PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
REFERÊNCIA DO TEXTO:
http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=53965
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REFERÊNCIA DA FOTOGRAFIA,
HISTORIADORA CONSUELO PONDÉ:
http://www.orkut.com/Main#Community?cmm=16425467&hl=pt-BR
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Ponto de Vista.
Matas do Sertão de Baixo.
Publicada: 21/07/2010 00:12| Atualizada: 20/07/2010 23:46
Consuelo Pondé de Sena.
Logo que “Matas do Sertão de Baixo” foi lançado em Salvador, em 1967, adquiri-o, lendo-o encantada tal a quantidade de informações nele contidas. Mais tarde, passei a empenhar-me para que fosse reeditado, não somente pela importância de que se reveste para a bibliografia regional baiana, como pela sua raridade nas bibliotecas de hoje.
Para promover esta nova tiragem, escutou-me o apelo a sensibilidade da professora Maria Nadja Nunes, diretora da editora da Uneb, a quem se deve, em última análise, esta nova tiragem.
Faltava, porém, obter a necessária autorização da família Isaías Alves, para cujo fim empenhou-se, pessoalmente, o sobrinho do autor, Dr. Aristeu Almeida. Graças à sua disponibilidade em vencer o trâmite legal, foi em companhia da mencionada professora Nadja à residência da Sra. Wanda Alves de Almeida, viúva de Edgard Almeida, filho do autor, a fim de obter o seu assentimento, decisão generosa que lhe ficamos a dever pelo alto desprendimento.
Isaías Alves de Almeida, com quem tive honra de conviver quando diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, por ele fundada nos idos de 1941, era uma dessas personalidades marcantes, um educador de conceito nacional, autor de inúmeros livros e artigos sobre sua área de atuação.
“Matas do Sertão de Baixo”, porém, é um livro de recordação, de amor pela terra natal, Santo Antônio de Jesus, e áreas vizinhas. Obra fundamental para a compreensão do povoamento da fértil região. É uma narrativa valiosa sobre as paisagens e a gente daquelas extensas terras verdejantes, entrecortadas de límpidos e piscosos rios e riachos, numa sucessão infinita de paisagens desse “domínio tropical”. Considero o Vale do Jequiriçá um dos mais belos lugares do interior deste Estado.
O livro de Isaías é uma narrativa de caráter histórico-geográfico, exposto com admirável clareza e sensibilidade. Inclui também dados do passado, conversas de pé de ouvido e segredos “escondidos” debaixo de “sete capas” das velhas famílias da região. Depoimentos curiosos de antigos proprietários e testemunhos de escravos compõem um quadro sociológico de profundo interesse.
O Sertão se sucedia ao Recôncavo baiano, terra do massapé, paraíso dos proprietários e senhores de engenho, inferno dos escravos envolvidos na labuta estafante da lavoura açucareira.
A Primeira Parte da obra intitula-se: “Luta dos Três Rios”, descrição curiosa do papel representado pelos cursos d´àgua na sobrevivência da gente e das culturas agrícolas.
A Segunda, “Viagem Sentimental Pelas Fazendas e Povoados”, está narrada com emoção e amor à terra natal, mas também com apego às regiões circunvizinhas. São descrições movidas pelo sentimento e banhadas de reminiscências acerca de pessoas, fatos, espaços domésticos e senzalas.
Nada escapou à rememoração do passado perdido nas névoas do tempo. Não sei de outro escritor daquelas paragens verdejantes que tenha, até hoje, escrito síntese tão preciosa das terras dos meus ascendentes maternos.
Isaías Alves repete conversas escutadas na infância, bem assim o palavreado inculto dos que lhe recordavam o que se observara por aquelas bandas.
Velhas e terrificantes histórias de escravos e das penas que os infligiam os perversos senhores. Punições e castigos perpetrados contra os desgraçados. Velhos costumes, hábitos do passado, escorrem pela pena fluente de Isaías, avivados pela prodigiosa memória, que reteve tanta informação. Também escreve sobre o “clima de insegurança” que se instalou nas velhas fazendas, suicídio dos senhores arruinados depois do 13 de maio.
Distintos tipos humanos são narrados minuciosamente, como se projetados numa película. Velhas cantigas, parlendas em desuso. Moças formosas e garridas que mal “debuxavam” o nome, sempre escondidas no recesso do lar, onde estavam protegidas dos casamentos indesejáveis.
Mas, há casos e mais casos, também, de mulheres que transgrediam as regras familiares e escapavam com os seus eleitos, nas friagens da madrugada, para alegria dos apaixonados e desmedido desgosto dos pais e parentes.
E que dizer dos pedidos de casamento sem que os noivos sequer se conhecessem? E a decisão dos “carrancudos” pais que ao serem solicitados para dar a mão em casamento à filha mais nova, decidindo, por conveniência, conceder a de outra, mais velha e menos formosa, que estava “enfusada”, sem possibilidade de encontrar outro pretendente.
O livro estará sendo lançado no dia 13 de agosto na Bienal do Livro, em São Paulo. Mais adiante, o ato acontecerá no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, pelo interesse que manifestamos para que se efetivasse a reedição.
Festejemos esta vitória, porque ela é muito baiana e sendo baiana é toda nossa.
Publicada: 21/07/2010 00:12| Atualizada: 20/07/2010 23:46
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O CXSAJBA AGRADECE A TODOS OS COLABORADORES, PELAS FOTOGRAFIAS E GRAVURAS, QUE SÃO 160. PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
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NÚMERO DE FOTOS E IMAGENS: 180.
NESTE PORTAL: MEMÓRIAS DO MUNICÍPIO SANT0 ANTÔNIO DE JESUS.
NESTE PORTAL CONSTAM AS MEMÓRIAS DO MUNICÍPIO SANTO ANTÔNIO DE JESUS, BAHIA: ARTES; BIOGRAFIAS; COLABORADORES; DESPORTOS; ECONOMIA; EDUCAÇÃO; HISTÓRIA; IMPRENSA ESCRITA E FALADA; POLÍTICA; RELIGIÃO; SERVIÇOS; TOPONÍMIA; TURISMO; URBANISMO E OUTROS. PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
47. Padre Mates X Padre Bento.
PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
REFERÊNCIA:
http://aler.org.br/valadao_municipio.htm
HÉLIO VALADÃO JÚNIOR.
Padre Mates X Padre Bento.
Segundo a história que prevaleceu como verdadeira, da criação da cidade de Santo Antônio, o Padre Mateus, Mateus Vieira de Azevedo, construiu um Oratório consagrando o Santo Antônio, em suas terras, situadas em um tabuleiro da comarca de Nossa Senhora de Nazareth de Jaguaripe, onde ele plantava e beneficiava mandioca, transformando-a em farinha, junto a seus escravos.
Desde 23 de abril de 1758, não mais houve registros de batismos, confissões nem casamentos, em livros da referida freguesia, realizado pelo Padre Matheus, e a contar de 22 de abril de 1765, houve batismos, confissões e missas no “Oratório das casas” de vivenda do Padre Mateus, onde hoje se encontra o centro da cidade.
Porém, um outro padre, o Padre Bento, contemporâneo de Mateus, chegou anos antes e faleceu posteriormente ao fundador oficial. Esteve no mesmo local e fez um oratório, onde celebrou batismos, casamentos, missas e sepulcros. Seu sítio, perdido nos primórdios duma época encantada por ter sido contada pelos religiosos que salvavam almas indígenas, escravizavam negros e praticavam outras atrocidades mais, talvez, confusos com tal poder, ignoraram o desenvolvimento natural da história e excluíram o Padre Bento Ferreira de Carvalho.
Existem notícias que entre os anos de 1820 e 1830, situava-se seu oratório onde havia um riacho de nome Estiva, próximo da estrada real de Nazaré. Abaixo, divisava com o sítio de Matias José de Sousa, até o caminho de José de Castro, dividindo com Bernado Estêvão de Sousa, até da Baladeira acima do riacho, dividindo com Manoel Nascimento, córrego que vem do Arrancador, caminho da freguesia até a cabeceira do Córrego Fundo, dividindo com Serafim Mendes, e subindo as terras de José Rodrigues, sítio que foi de Antônio Vicente, terminando no Rio da Dona.
Fica a pergunta no ar: porque o Padre Mateus, e não o Padre Bento? Martirizamos-nos entre três possibilidades: capacidade de persuasão e carisma do Padre Mateus; ou política da igreja para com seus próprios membros; ou, ainda, por questão geográfica. Acreditamos nesta última como a mais provável, e como em posse de um mapa de tesouros piratas, resta-nos, então, tentar descobrir o local onde havia o oratório do Padre Bento, para começarmos a entender este momento obscuro de história da localidade.
Falecimento de uma etnia.
Frequentada pelos índios Pedra Branca, na ocasião do algoz desbravamento feito pelos europeus, que trouxeram um Cristo e em nome dele o falecimento de uma etnia, é de 22 de abril de 1765, de quando data a primeira comprovada notícia de batizado, de confissão e de missa em nossas terras, no – Sítio da Capella do Padre Mateus (Matheus Vieyra de Azevedo), onde fica, hoje, o quarteirão entre a Praça da Matriz e as Quatro Esquinas.
Roteiro até a formação em Cidade.
Terras pertencentes à Cidade de Nazaré, do Povoado, em 1827, criou-se o Distrito, em 1852 foi elevado à freguesia e, em 1880 à Vila, desmembrado-se de sua Terra Mãe. Tendo sua sede elevada a Cidade em 1891.
Carta.
O Município fica no Recôncavo Sul há 180 km da sede do Estado da Bahia. Sua área é de 252,9 km². Sua população 77.340 (2.000). Tem altitude de 213m, a temperatura média anual é de 28°C, apresentando clima quente e chuvas predominantemente entre os meses de Abril e Agosto. É cortado pelos rios Taitinga, Sururu, Jequetibá e o Rio da Dona, sendo o último o abastecedor de água das mais puras. Limita-se com os Municípios de Aratuípe, Conceição do Almeida, Dom Macedo Costa, Laje (ou Lage), Muniz Ferreira, São Miguel das Matas e, Varzedo.
REFERÊNCIA:
http://aler.org.br/valadao_municipio.htm
HÉLIO VALADÃO JÚNIOR.
Padre Mates X Padre Bento.
Segundo a história que prevaleceu como verdadeira, da criação da cidade de Santo Antônio, o Padre Mateus, Mateus Vieira de Azevedo, construiu um Oratório consagrando o Santo Antônio, em suas terras, situadas em um tabuleiro da comarca de Nossa Senhora de Nazareth de Jaguaripe, onde ele plantava e beneficiava mandioca, transformando-a em farinha, junto a seus escravos.
Desde 23 de abril de 1758, não mais houve registros de batismos, confissões nem casamentos, em livros da referida freguesia, realizado pelo Padre Matheus, e a contar de 22 de abril de 1765, houve batismos, confissões e missas no “Oratório das casas” de vivenda do Padre Mateus, onde hoje se encontra o centro da cidade.
Porém, um outro padre, o Padre Bento, contemporâneo de Mateus, chegou anos antes e faleceu posteriormente ao fundador oficial. Esteve no mesmo local e fez um oratório, onde celebrou batismos, casamentos, missas e sepulcros. Seu sítio, perdido nos primórdios duma época encantada por ter sido contada pelos religiosos que salvavam almas indígenas, escravizavam negros e praticavam outras atrocidades mais, talvez, confusos com tal poder, ignoraram o desenvolvimento natural da história e excluíram o Padre Bento Ferreira de Carvalho.
Existem notícias que entre os anos de 1820 e 1830, situava-se seu oratório onde havia um riacho de nome Estiva, próximo da estrada real de Nazaré. Abaixo, divisava com o sítio de Matias José de Sousa, até o caminho de José de Castro, dividindo com Bernado Estêvão de Sousa, até da Baladeira acima do riacho, dividindo com Manoel Nascimento, córrego que vem do Arrancador, caminho da freguesia até a cabeceira do Córrego Fundo, dividindo com Serafim Mendes, e subindo as terras de José Rodrigues, sítio que foi de Antônio Vicente, terminando no Rio da Dona.
Fica a pergunta no ar: porque o Padre Mateus, e não o Padre Bento? Martirizamos-nos entre três possibilidades: capacidade de persuasão e carisma do Padre Mateus; ou política da igreja para com seus próprios membros; ou, ainda, por questão geográfica. Acreditamos nesta última como a mais provável, e como em posse de um mapa de tesouros piratas, resta-nos, então, tentar descobrir o local onde havia o oratório do Padre Bento, para começarmos a entender este momento obscuro de história da localidade.
Falecimento de uma etnia.
Frequentada pelos índios Pedra Branca, na ocasião do algoz desbravamento feito pelos europeus, que trouxeram um Cristo e em nome dele o falecimento de uma etnia, é de 22 de abril de 1765, de quando data a primeira comprovada notícia de batizado, de confissão e de missa em nossas terras, no – Sítio da Capella do Padre Mateus (Matheus Vieyra de Azevedo), onde fica, hoje, o quarteirão entre a Praça da Matriz e as Quatro Esquinas.
Roteiro até a formação em Cidade.
Terras pertencentes à Cidade de Nazaré, do Povoado, em 1827, criou-se o Distrito, em 1852 foi elevado à freguesia e, em 1880 à Vila, desmembrado-se de sua Terra Mãe. Tendo sua sede elevada a Cidade em 1891.
Carta.
O Município fica no Recôncavo Sul há 180 km da sede do Estado da Bahia. Sua área é de 252,9 km². Sua população 77.340 (2.000). Tem altitude de 213m, a temperatura média anual é de 28°C, apresentando clima quente e chuvas predominantemente entre os meses de Abril e Agosto. É cortado pelos rios Taitinga, Sururu, Jequetibá e o Rio da Dona, sendo o último o abastecedor de água das mais puras. Limita-se com os Municípios de Aratuípe, Conceição do Almeida, Dom Macedo Costa, Laje (ou Lage), Muniz Ferreira, São Miguel das Matas e, Varzedo.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
46. JUMP, A PRIMEIRA LANHOUSE DO MUNICÍPIO SANTO ANTÔNIO DE JESUS (BA).
A PRIMEIRA LANHOUSE DO MUNICÍPIO DE JESUS: JUMP.
JUMP, EM INGLÊS, SIGNIFICA SALTO.
A LANHOUSE FUNCIONAVA NAS QUATRO ESQUINAS, NO CENTRO DA CIDADE.
A JUMP FUNCIONAVA 24 HORAS; TINHA DOIS ANDARES. A SUA LOCALIZAÇÃO ERA EM FRENTE À MICROLINS.
A LANHOUSE JUMP EXISTIA EM 2005.
JUMP, EM INGLÊS, SIGNIFICA SALTO.
A LANHOUSE FUNCIONAVA NAS QUATRO ESQUINAS, NO CENTRO DA CIDADE.
A JUMP FUNCIONAVA 24 HORAS; TINHA DOIS ANDARES. A SUA LOCALIZAÇÃO ERA EM FRENTE À MICROLINS.
A LANHOUSE JUMP EXISTIA EM 2005.
45. JORGE GORDO (JORGE SANTOS PASSOS).
EM SANTO ANTÔNIO DE JESUS, QUANDO AINDA NÃO HAVIA A LEGALIZAÇÃO DA PROFISSÃO DE MOTOTÁXI, O PRIMEIRO MOTOTAXISTA A TRANSPORTAR PESSOAS, ERA O FALECIDO, SENHOR JORGE SANTOS PASSOS (MAIS CONHECIDO COMO JORGE GORDO).
O SENHOR JORGE GORDO COMEÇOU A TRABALHAR COMO MOTOTAXISTA, NA LOCALIDADE DA CORÉIA, ONDE LOCALIZA-SE A AVENIDA DOIS DE JULHO, PRÓXIMO DA ENTRADA DA CIDADE.
SENHOR JORGE GORDO ERA CASADO; BOM PAI; MUITO CONHECIDO NA CIDADE E CUIDADOSO COM OS PASSAGEIROS.
ELE FALECEU NUM ACIDENTE DE MOTO, NA ESTRADA BR 102.
UM CIDADÃO QUE ERA DEDICADO AO SUSTENTO DA FAMÍLIA.
PARABÉNS!
PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
O SENHOR JORGE GORDO COMEÇOU A TRABALHAR COMO MOTOTAXISTA, NA LOCALIDADE DA CORÉIA, ONDE LOCALIZA-SE A AVENIDA DOIS DE JULHO, PRÓXIMO DA ENTRADA DA CIDADE.
SENHOR JORGE GORDO ERA CASADO; BOM PAI; MUITO CONHECIDO NA CIDADE E CUIDADOSO COM OS PASSAGEIROS.
ELE FALECEU NUM ACIDENTE DE MOTO, NA ESTRADA BR 102.
UM CIDADÃO QUE ERA DEDICADO AO SUSTENTO DA FAMÍLIA.
PARABÉNS!
PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
44. HISTÓRIA DA LOJA MAÇONICA DEUS E AMOR, NO MUNICÍPIO SANTO ANTÔNIO DE JESUS (BA).
PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
REFERÊNCIA:
http://www.oocities.org/br/deuseamor21/historiadaloja.htm
LOJA MAÇONICA DEUS E AMOR.
HISTÓRIA DA LOJA
12 de novembro de 1946, data que marca o início da Maçonaria na terra do Padre Mateus.
É fundada e instalada a Loja: Maçônica: “Deus e Amor” ao Oriente de Santo Antônio de Jesus - BA. Sabemos que antes em residência de homens de bem, livres e de bons costumes, articulava-se a criação da Loja Maçônica em Santo Antônio de Jesus. As reuniões eram nas residências dos já maçons iniciados em outros Orientes e aqui residentes como Dermeval Queiroz, João Batista da Silva, Aristides Jerônimo, Luis Argolo, Flávio Andrade, Rosalvo Fonseca , Francisco Granjeon, Faraeldes Andrade, Trajano Andrade, Enéas Cardoso, Temístocles Fonseca e outros, onde em suas residências discutiam da necessidade de uma Loja Maçônica em Santo Antônio de Jesus. Estes homens não deixaram registro dos assuntos tratados naquelas reuniões, mas sabemos das suas pretensões e, finalmente em 12 de novembro de 1946 às 20:00 horas, na Rua Ruy Barbosa no. 70, residência de João Batista da Silva, reúnem-se nos ritos maçônicos com a finalidade de instalar e fundar uma Loja Maçônica neste Oriente de Santo Antônio de Jesus, Bahia, ficando desde já definido que deveria ser providenciado a sua regularização junto à Grande Loja da Bahia e que fosse adotado o título de “Deus e Amor”, ficando ali registrado para a história da Maçonaria Universal.
Estava fundada a Loja Maçônica “Deus e Amor”, que teve assim constituída a sua primeira diretoria:
- João Batista da Silva - Venerável
- Eduardo Souza Almeida – 1º. Vigilante
- Luis da Veiga Argolo – 2º. Vigilante
- João Delfino dos Santos - Orador
- Flávio Almeida Andrade - Secretário
- Trajano José de Andrade - Tesoureiro
- Rosalvo de Almeida Fonseca - Chanceler
Nesta primeira reunião oficial definiram o valor da jóia para os fundadores e dia de quinta-feira para a realização das sessões ordinárias, data que posteriormente foi alterada para as segundas, quartas e finalmente às quintas feiras com é até a presente data.
Foi também nomeada uma comissão composta dos Irmãos: Climério Queiroz, Rosalvo de Almeida Fonseca e Mário Bitencurt, com a finalidade de tratar da aquisição de um prédio para a instalação do templo. Registra-se nesta reunião a presença do Irmão Aguinaldo Marques Lobo, Venerável da Loja “Força e União 2º”. e representante do Sereníssimo Grão Mestre Francisco Pinto de Souza.
A coordenação dos Irmãos deste Oriente com a finalidade da instalação da Loja Maçônica, coube ao Irmão João Correia de Melo.
Após a fundação da loja continuaram reunindo-se em casa dos obreiros até a instalação da sede provisória na casa 12 no início da Rua Teodoro Dias Barreto, junto a Baixinha hoje Praça da Bíblia.
Antes disto, na casa dos obreiros sempre existia uma sala ou um quarto reservado para a reunião da Maçonaria, segundo relato de cunhadas, esposas de fundadores.
A ata de fundação é assinada pêlos abaixo relacionados.:
João Batista da Silva - Venerável
Eduardo Souza Almeida – 1º. Vigilante
Temístocles Fonseca de Almeida – 2º. vigilante
João Delfino dos Santos - Orador
Flávio Henrique de Andrade - Secretário
Trajano José de Andrade - Tesoureiro
Aguinaldo Marques Lobo - Representante do Sereníssimo Grão Mestre da Grande Loja da Bahia
João Correia de Melo
Rosalvo de Almeida Fonseca
Climério José de Queiroz
Faraeldes Andrade
Francisco Rafael Granjeon
Onésimo Rodrigues Côrtes
João Evaristo de Paiva Calvacanti
Aristides Jerônimo de Souza
Dermeval Barreto Queiroz
Tertuliano Pereira de Santana.
A segunda reunião oficial da Loja “Deus e Amor” foi na travessa Rio Branco s/n às 13 horas, também, residência de um Irmão.
Sabemos que outras reuniões aconteceram a título de bate papo sem caráter oficial, em casa dos obreiros, discutindo-se a instalação da sede provisória e construção da sede definitiva e a aquisição de novos obreiros.
Em 03 de Outubro de 1948, foi lançado o primeiro tijolo do prédio a ser construído à Rua 13 de Maio nesta cidade, estando presentes:
Francisco Rafael Granjeon
Flávio Andrade
João Batista
Joel Andrade
Climério Queiroz
Faraeldes Andrade
Enéas Cardoso de Almeida
João Paiva
Trajano Andrade e o Irmão visitante Inácio Cardoso Costa da Loja “Força e União 2ª”.da Capital e “Deus, Pátria e Família de Santo Amaro - BA.
Em 03 de outubro de 1948 foi lançada a pedra fundamental do nosso edifício sede na rua 13 de Maio, com a presença dos irmãos fundadores e visitantes. Após reformas ficou instalado na hoje travessa Cel. Jovino Amâncio s/n, esquina com a 13 de Maio.
Em 1966 tivemos uma pequena reforma do nosso prédio e, na década de 1970 discutiam os irmãos da necessidade de uma ampla reforma em nosso prédio que teve início em 1985 e as obras concluídas em 1986 com o apoio de todos os irmãos e comunidade Santantoniense.
No dia 07 de Setembro de 1949, na residência do Irmão Dermeval Queiróz, na rua Tiradentes, 29 nesta cidade, com a presença dos Ir.: João Batista da Silva, Francisco Granjeon, Temístocles Fonseca de Almeida, Rosalvo de Almeida Fonseca, Flávio Andrade, Joel Andrade, Climério José de Queiróz, Trajano José de Andrade, Flávio Queiróz Silva, Faraeldes Andrade, Dermeval Queiróz, José Evaristo de Paiva e o Representante da Grande Loja da Bahia foi entregue ao Venerável Mestre a Carta Provisional da: “DEUS E AMOR”, que vigoraria por um período de seis meses, sendo a Carta Constitutiva definitiva data de 24.06.1954.
Nesta mesma data foi eleita e empossada a segunda Diretoria da Loja que ficou assim constituída:
Francisco Grangeon - Venerável
João Delfino dos Santos - 1º Vigilante
Joel Andrade - 2º. Vigilante
Rosalvo de Almeida Fonseca - Orador
Flávio Henrique de Andrade - Secretário
Temístocles Fonseca Almeida - Tesoureiro
Eduardo Souza Oliveira - Hospitaleiro
João Batista da Silva – Mestre de Cerimônias
Trajano José de Andrade - Chanceler
Em 09 de setembro de 1949, foram apresentadas as propostas de profanos a serem iniciados na maçonaria em Santo Antônio de Jesus. Dentre eles os primeiros iniciados, Nelson Pirôpo de Oliveira e Manoel Francisco de Jesus.
A primeira filiação em nossa loja foi do Irmão Justiniano Pereira de Santana da Loja “Deus Pátria e Família” do Oriente de Santo Amaro - BA, que foi acolhido como sócio fundador.
Em 03 de novembro de 1949 foram escrutinados profanos dentre eles os primeiros iniciados: Nelson Pirôpo de Oliveira e Manoel Francisco de Jesus.
Na 11ª sessão da Loja Provisionada “Deus e Amor”, Oriente de Santo Antônio de Jesus, conforme registra a 1ª. Ata de Sessão Magna no dia 08 de novembro de 1949 foi realizada a primeira iniciação de profanos da Loja Nelson Pirôpo de Oliveira e Manoel Francisco de Jesus, contando a Loja com a presença dos Irmãos do quadro e do Representante do Sereníssimo Grão Mestre, Irmão Osório Oliveira.
Em 19 de janeiro de 1950 foi apresentado e aprovado o regulamento da Loja, elaborado pelo Ir.: João Delfino dos Santos.
Em 09 de fevereiro de 1950 aconteceu a segunda iniciação de profanos, registrados na ata numero 19:
Antero Assis de Lucena Ruas,
Anterlino Leite Gaspar,
Paulo de Souza Brito,
José Olímpio de Souza,
Edson Andrade Quadros,
Antônio Veiga Argolo,
Tertuliano Muricy Santana, e
Mário Côrtes.
A regularização da Loja “Deus e Amor”, junto à Grande Loja, ocorreu em 25.03.50, ocorrendo uma sessão especial com a presença do Sereníssimo Grão Mestre José Varela Seixas e toda a comitiva da Grande Loja.
Em 26.07.51 foi nomeado o 1º. Delegado Distrital (representante do sereníssimo Grão Mestre para uma região), o Irmão Aristides Jerônimo de Souza que foi também nos graus filosóficos o primeiro Grau 33 da Loja.
Em 27.06.53 ocorreu a Inauguração e sagração do nosso Templo com a presença do ser. Grão Mestre Luciano Moura Soares e diretoria da Grande Loja. Ocorreu a posse da Nova diretoria tendo como Ven. O Irmão Rosalvo de Almeida Fonseca, participando da solenidade o então Governador do Estado Regis Pacheco Pereira, Irmão Maçônico.
Em 20 de novembro de 1978 em homenagem aos maçons uma das ruas do Bairro São Cristóvão, transversal com a rua Lomanto Júnior, foi denominada de Rua dos Maçons conforme Lei 94 de 08.11.78.
A Loja Maçônica “Deus e Amor” foi declarada de utilidade pública municipal, através da Lei 73 de 23.11.77, sancionada pelo então prefeito municipal Ursicino Pinto de Queiróz em 14.10.77.
Em 1980 foi fundado os Altos Corpos do Supremo Conselho do Grau 33. Em 06.09 de l987 foi fundado e sagrado o Templo dos Altos Corpos em Santo Antônio de Jesus, podendo hoje um Maçom iniciar no Grau 01 indo ao Grau 30.
A Maçonaria em Santo Antônio de Jesus continua ativa, edificando templos à virtude e cavando masmorras aos vícios.
No ano de 1996 comemora a Loja Maçônica “Deus e Amor”, as suas bodas de ouro conforme consta de convite.
No dia 07 de novembro ocorreu a sessão especial dos Altos Corpos Filosóficos com a presença do Grande Inspetor Litúrgico, Irmão Edno Gomes Dannemann e Ir.: de outros Orientes, após a visitação ao Templo dos Altos Corpos, considerando a quantidade de obreiros a sessão especial aconteceu no Templo Simbólico da “Deus e Amor” com uma palestra do Ir.: Dannemann.
No dias 08 de Novembro com a presença de Irmãos de outros Orientes e do Sereníssimo Grão Mestre João Batista Paim, em sessão magna procedeu-se a iniciação dos profanos: Adalberto Oliveira Pithon da Silva, Dermeval Batista dos Santos e João Araújo Cardoso .
A Sessão Magna Branca ocorreu no Clube dos 100 com a presença do Sereníssimo. Grão Mestre, comitivas de Orientes vizinhos, autoridades, convidados, cunhadas e sobrinhos, seguido de um coquetel dançante.
No dia 12 de novembro, data em que efetivamente a “Deus e Amor” comemora seu aniversário ocorreu uma sessão especial alusiva a data e eventos comemorativos do cinqüentenário com a presença de Irmãos do quadro e visitantes.
Por iniciativa do Irmão placentado Geraldo de Magela Cafezeiro a nossa cunhada, Giroflá Andrade Souza esposa do fundador e ex-veneravel Aristides Jerônimo de Souza, doou à biblioteca da “Deus e Amor” 164 livros de seu acervo.
* Fontes consultadas: atas da Loja Simbólica AP\consultas a cunhadas, esposas de fundadores, ex-veneráveis e profanos.
Pesquisa efetuada pôr Almiro Pereira e Silva M\M\, obreiro da “Deus e Amor”.
Santo Antônio de Jesus - BA, novembro de 1996.
Construção: Ir.∙. Renato Burity Oliveira M .∙. M .∙.
REFERÊNCIA:
http://www.oocities.org/br/deuseamor21/historiadaloja.htm
LOJA MAÇONICA DEUS E AMOR.
HISTÓRIA DA LOJA
12 de novembro de 1946, data que marca o início da Maçonaria na terra do Padre Mateus.
É fundada e instalada a Loja: Maçônica: “Deus e Amor” ao Oriente de Santo Antônio de Jesus - BA. Sabemos que antes em residência de homens de bem, livres e de bons costumes, articulava-se a criação da Loja Maçônica em Santo Antônio de Jesus. As reuniões eram nas residências dos já maçons iniciados em outros Orientes e aqui residentes como Dermeval Queiroz, João Batista da Silva, Aristides Jerônimo, Luis Argolo, Flávio Andrade, Rosalvo Fonseca , Francisco Granjeon, Faraeldes Andrade, Trajano Andrade, Enéas Cardoso, Temístocles Fonseca e outros, onde em suas residências discutiam da necessidade de uma Loja Maçônica em Santo Antônio de Jesus. Estes homens não deixaram registro dos assuntos tratados naquelas reuniões, mas sabemos das suas pretensões e, finalmente em 12 de novembro de 1946 às 20:00 horas, na Rua Ruy Barbosa no. 70, residência de João Batista da Silva, reúnem-se nos ritos maçônicos com a finalidade de instalar e fundar uma Loja Maçônica neste Oriente de Santo Antônio de Jesus, Bahia, ficando desde já definido que deveria ser providenciado a sua regularização junto à Grande Loja da Bahia e que fosse adotado o título de “Deus e Amor”, ficando ali registrado para a história da Maçonaria Universal.
Estava fundada a Loja Maçônica “Deus e Amor”, que teve assim constituída a sua primeira diretoria:
- João Batista da Silva - Venerável
- Eduardo Souza Almeida – 1º. Vigilante
- Luis da Veiga Argolo – 2º. Vigilante
- João Delfino dos Santos - Orador
- Flávio Almeida Andrade - Secretário
- Trajano José de Andrade - Tesoureiro
- Rosalvo de Almeida Fonseca - Chanceler
Nesta primeira reunião oficial definiram o valor da jóia para os fundadores e dia de quinta-feira para a realização das sessões ordinárias, data que posteriormente foi alterada para as segundas, quartas e finalmente às quintas feiras com é até a presente data.
Foi também nomeada uma comissão composta dos Irmãos: Climério Queiroz, Rosalvo de Almeida Fonseca e Mário Bitencurt, com a finalidade de tratar da aquisição de um prédio para a instalação do templo. Registra-se nesta reunião a presença do Irmão Aguinaldo Marques Lobo, Venerável da Loja “Força e União 2º”. e representante do Sereníssimo Grão Mestre Francisco Pinto de Souza.
A coordenação dos Irmãos deste Oriente com a finalidade da instalação da Loja Maçônica, coube ao Irmão João Correia de Melo.
Após a fundação da loja continuaram reunindo-se em casa dos obreiros até a instalação da sede provisória na casa 12 no início da Rua Teodoro Dias Barreto, junto a Baixinha hoje Praça da Bíblia.
Antes disto, na casa dos obreiros sempre existia uma sala ou um quarto reservado para a reunião da Maçonaria, segundo relato de cunhadas, esposas de fundadores.
A ata de fundação é assinada pêlos abaixo relacionados.:
João Batista da Silva - Venerável
Eduardo Souza Almeida – 1º. Vigilante
Temístocles Fonseca de Almeida – 2º. vigilante
João Delfino dos Santos - Orador
Flávio Henrique de Andrade - Secretário
Trajano José de Andrade - Tesoureiro
Aguinaldo Marques Lobo - Representante do Sereníssimo Grão Mestre da Grande Loja da Bahia
João Correia de Melo
Rosalvo de Almeida Fonseca
Climério José de Queiroz
Faraeldes Andrade
Francisco Rafael Granjeon
Onésimo Rodrigues Côrtes
João Evaristo de Paiva Calvacanti
Aristides Jerônimo de Souza
Dermeval Barreto Queiroz
Tertuliano Pereira de Santana.
A segunda reunião oficial da Loja “Deus e Amor” foi na travessa Rio Branco s/n às 13 horas, também, residência de um Irmão.
Sabemos que outras reuniões aconteceram a título de bate papo sem caráter oficial, em casa dos obreiros, discutindo-se a instalação da sede provisória e construção da sede definitiva e a aquisição de novos obreiros.
Em 03 de Outubro de 1948, foi lançado o primeiro tijolo do prédio a ser construído à Rua 13 de Maio nesta cidade, estando presentes:
Francisco Rafael Granjeon
Flávio Andrade
João Batista
Joel Andrade
Climério Queiroz
Faraeldes Andrade
Enéas Cardoso de Almeida
João Paiva
Trajano Andrade e o Irmão visitante Inácio Cardoso Costa da Loja “Força e União 2ª”.da Capital e “Deus, Pátria e Família de Santo Amaro - BA.
Em 03 de outubro de 1948 foi lançada a pedra fundamental do nosso edifício sede na rua 13 de Maio, com a presença dos irmãos fundadores e visitantes. Após reformas ficou instalado na hoje travessa Cel. Jovino Amâncio s/n, esquina com a 13 de Maio.
Em 1966 tivemos uma pequena reforma do nosso prédio e, na década de 1970 discutiam os irmãos da necessidade de uma ampla reforma em nosso prédio que teve início em 1985 e as obras concluídas em 1986 com o apoio de todos os irmãos e comunidade Santantoniense.
No dia 07 de Setembro de 1949, na residência do Irmão Dermeval Queiróz, na rua Tiradentes, 29 nesta cidade, com a presença dos Ir.: João Batista da Silva, Francisco Granjeon, Temístocles Fonseca de Almeida, Rosalvo de Almeida Fonseca, Flávio Andrade, Joel Andrade, Climério José de Queiróz, Trajano José de Andrade, Flávio Queiróz Silva, Faraeldes Andrade, Dermeval Queiróz, José Evaristo de Paiva e o Representante da Grande Loja da Bahia foi entregue ao Venerável Mestre a Carta Provisional da: “DEUS E AMOR”, que vigoraria por um período de seis meses, sendo a Carta Constitutiva definitiva data de 24.06.1954.
Nesta mesma data foi eleita e empossada a segunda Diretoria da Loja que ficou assim constituída:
Francisco Grangeon - Venerável
João Delfino dos Santos - 1º Vigilante
Joel Andrade - 2º. Vigilante
Rosalvo de Almeida Fonseca - Orador
Flávio Henrique de Andrade - Secretário
Temístocles Fonseca Almeida - Tesoureiro
Eduardo Souza Oliveira - Hospitaleiro
João Batista da Silva – Mestre de Cerimônias
Trajano José de Andrade - Chanceler
Em 09 de setembro de 1949, foram apresentadas as propostas de profanos a serem iniciados na maçonaria em Santo Antônio de Jesus. Dentre eles os primeiros iniciados, Nelson Pirôpo de Oliveira e Manoel Francisco de Jesus.
A primeira filiação em nossa loja foi do Irmão Justiniano Pereira de Santana da Loja “Deus Pátria e Família” do Oriente de Santo Amaro - BA, que foi acolhido como sócio fundador.
Em 03 de novembro de 1949 foram escrutinados profanos dentre eles os primeiros iniciados: Nelson Pirôpo de Oliveira e Manoel Francisco de Jesus.
Na 11ª sessão da Loja Provisionada “Deus e Amor”, Oriente de Santo Antônio de Jesus, conforme registra a 1ª. Ata de Sessão Magna no dia 08 de novembro de 1949 foi realizada a primeira iniciação de profanos da Loja Nelson Pirôpo de Oliveira e Manoel Francisco de Jesus, contando a Loja com a presença dos Irmãos do quadro e do Representante do Sereníssimo Grão Mestre, Irmão Osório Oliveira.
Em 19 de janeiro de 1950 foi apresentado e aprovado o regulamento da Loja, elaborado pelo Ir.: João Delfino dos Santos.
Em 09 de fevereiro de 1950 aconteceu a segunda iniciação de profanos, registrados na ata numero 19:
Antero Assis de Lucena Ruas,
Anterlino Leite Gaspar,
Paulo de Souza Brito,
José Olímpio de Souza,
Edson Andrade Quadros,
Antônio Veiga Argolo,
Tertuliano Muricy Santana, e
Mário Côrtes.
A regularização da Loja “Deus e Amor”, junto à Grande Loja, ocorreu em 25.03.50, ocorrendo uma sessão especial com a presença do Sereníssimo Grão Mestre José Varela Seixas e toda a comitiva da Grande Loja.
Em 26.07.51 foi nomeado o 1º. Delegado Distrital (representante do sereníssimo Grão Mestre para uma região), o Irmão Aristides Jerônimo de Souza que foi também nos graus filosóficos o primeiro Grau 33 da Loja.
Em 27.06.53 ocorreu a Inauguração e sagração do nosso Templo com a presença do ser. Grão Mestre Luciano Moura Soares e diretoria da Grande Loja. Ocorreu a posse da Nova diretoria tendo como Ven. O Irmão Rosalvo de Almeida Fonseca, participando da solenidade o então Governador do Estado Regis Pacheco Pereira, Irmão Maçônico.
Em 20 de novembro de 1978 em homenagem aos maçons uma das ruas do Bairro São Cristóvão, transversal com a rua Lomanto Júnior, foi denominada de Rua dos Maçons conforme Lei 94 de 08.11.78.
A Loja Maçônica “Deus e Amor” foi declarada de utilidade pública municipal, através da Lei 73 de 23.11.77, sancionada pelo então prefeito municipal Ursicino Pinto de Queiróz em 14.10.77.
Em 1980 foi fundado os Altos Corpos do Supremo Conselho do Grau 33. Em 06.09 de l987 foi fundado e sagrado o Templo dos Altos Corpos em Santo Antônio de Jesus, podendo hoje um Maçom iniciar no Grau 01 indo ao Grau 30.
A Maçonaria em Santo Antônio de Jesus continua ativa, edificando templos à virtude e cavando masmorras aos vícios.
No ano de 1996 comemora a Loja Maçônica “Deus e Amor”, as suas bodas de ouro conforme consta de convite.
No dia 07 de novembro ocorreu a sessão especial dos Altos Corpos Filosóficos com a presença do Grande Inspetor Litúrgico, Irmão Edno Gomes Dannemann e Ir.: de outros Orientes, após a visitação ao Templo dos Altos Corpos, considerando a quantidade de obreiros a sessão especial aconteceu no Templo Simbólico da “Deus e Amor” com uma palestra do Ir.: Dannemann.
No dias 08 de Novembro com a presença de Irmãos de outros Orientes e do Sereníssimo Grão Mestre João Batista Paim, em sessão magna procedeu-se a iniciação dos profanos: Adalberto Oliveira Pithon da Silva, Dermeval Batista dos Santos e João Araújo Cardoso .
A Sessão Magna Branca ocorreu no Clube dos 100 com a presença do Sereníssimo. Grão Mestre, comitivas de Orientes vizinhos, autoridades, convidados, cunhadas e sobrinhos, seguido de um coquetel dançante.
No dia 12 de novembro, data em que efetivamente a “Deus e Amor” comemora seu aniversário ocorreu uma sessão especial alusiva a data e eventos comemorativos do cinqüentenário com a presença de Irmãos do quadro e visitantes.
Por iniciativa do Irmão placentado Geraldo de Magela Cafezeiro a nossa cunhada, Giroflá Andrade Souza esposa do fundador e ex-veneravel Aristides Jerônimo de Souza, doou à biblioteca da “Deus e Amor” 164 livros de seu acervo.
* Fontes consultadas: atas da Loja Simbólica AP\consultas a cunhadas, esposas de fundadores, ex-veneráveis e profanos.
Pesquisa efetuada pôr Almiro Pereira e Silva M\M\, obreiro da “Deus e Amor”.
Santo Antônio de Jesus - BA, novembro de 1996.
Construção: Ir.∙. Renato Burity Oliveira M .∙. M .∙.
43. SETOR TERCIÁRIO DO MUNICÍPIO SANTO ANTÔNIO DE JESUS (BA).
PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
REFERÊNCIA:
http://www.mma.com.br/mma3/?open=saj_st
SETOR TERCIÁRIO.
Novamente torna-se difícil dimensionar o universo em estudo. Quando se analisa o cadastro dos contribuintes do ICMS da Secretária da Fazenda do Estado, em 1997 verificase a existência de 908 empresas cadastradas nos setor comercial, sendo que destas 56 empresas são atacadistas e 851 são varejistas. Já o setor de serviços aparece com 248 estabelecimentos, conforme tabela a seguir:
Dentre os estabelecimentos atacadistas destaca-se novamente o ramo de produtos alimentícios, com 28 empresas. Quanto ao comércio varejista, os ramos mais representativos quantitativamente são os de tecido, artigos de cama e outros (195); armazéns e mercearias (172); peças e acessórios para veículos (82); farmácias (51) e armarinhos (42).
Os cafés e botequins constituem o grupo mais numeroso das empresas do setor de serviços, com 121 estabelecimentos, sendo seguido pelas padarias e pastelarias, restaurante e pizzarias.
Já os da JUCEB indicam a existência de 2.275 estabelecimentos comerciais registrados, sendo que 2.019 estão no varejo e 256 no atacado (Os dados da JUCEB não expressam a realidade municipal, visto que se referem apenas à economia formal e ao registro da natalidade das empresas, que, em sua maioria, não comunicam o termino da sua existência).
As diferenças constatadas quanto aos números devem-se, sobretudo, a extrema variação da base pesquisada em cada levantamento, face a informalidade em que são abertos os negócios e fechados os pontos de serviços e comércio, bastantes sensíveis as variações da demanda e as mudanças da expansão urbana, baseada na força de trabalho pessoal/familiar e sem qualquer base de capital na maioria das unidades, cuja sobrevivência curta (57% até cinco anos), sendo também forte o "ritmo de natalidade" de novos micros e pequenos empreendimentos nos serviços e na industria.
Um ponto comum nesses dados é que a todas pesquisas evidenciam a vocação no município de Santo de Antonio de Jesus como polo comercial e de serviços. Segunda as informações da Secretária da Fazenda, em 1997, a receita de ICMS do município entre os meses fevereiro a julho foi de R$ 4,2 milhões, sendo que cerca de 80% desta correspondiam ao comércio varejista e atacadista, o que situa Santo Antonio de Jesus na 18a posição no estado.
Por causa da sua localização privilegiada, próximo à BR 101 o município vem se constituindo, nos últimos 20 anos em uma importante região de comércio no ramo automobilístico, com estabelecimento como as concessionárias, revendedoras de autopeças, oficinas mecânicas e reformadoras de pneus. 0 seu mercado consumidor é toda a região do recôncavo, vale do Jiquiríça, baixo sul, Salvador e algumas cidades do sul do estado. Algumas concessionárias, a exemplo da Veiba veículos chegam a vender 40 veículos/mês.
O comércio de vendas de autopeças ocupa um espaço bem destacado na região. Existem vários estabelecimentos situados a margem da BR 101 que visam a venda de peças e acessórios para automóveis. No município já se estabeleceu a "avenida de autopeças", que abriga dezenas de loja do ramo e atende a clientes de várias cidades.
Outro ramo de comércio bastante relevante na cidade é o de material de construção. Neste ramo destacam-se a COMAPEL e a COMERCIAL SÃO LUIS. Esse tipo de comércio chega a atender a 150 cidades do estado da Bahia.
A comercialização de produtos alimentícios também se destaca em Santo Antonio de Jesus e abastece vários municípios do Recôncavo Baiano. Entre as empresas deste ramo se destacam o Supermercado Rio Branco e a CODICAL.
A feira de confecções acontece todas as Quartas-feiras, na praça Duque de Caxias, onde se comercializa roupas, tecidos, toalhas e lençóis. A feira é conhecida em toda região e atrai comerciantes de vários municípios vizinhos que vão ali vender seus produtos. As mercadorias advém de Salvador, Feira de Santana e cidade de Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. Durante a realização é comum o engarrafamento das principais vias de acesso ao local, alterando visivelmente a rotina da cidade.
Segundo os dados da Prefeitura Municipal, em julho de 1997, cerca de 290 barracas de confecções e 170 que vendiam bijuterias estavam cadastradas para comercializarem na feira.
O segmento de móveis é bastante dinâmico em Santo Antonio de Jesus, atraindo inclusive consumidores da capital. A comercialização de alimentos também é um dos destaques da cidade. Todas as sextas acontecem à feira, que atrai compradores e
vendedores de toda região e de outros estados. Cerca de mil feirantes trabalham nesta ocasião.
A feira de Santo Antonio de Jesus, conta com quatro áreas cobertas onde se vendem: farinha, carnes, verduras e frutas. Entretanto o espaço da feira é bastante desorganizado, sem padronização das barracas e tem problemas em termo de cargas e descargas de mercadorias.
Um empreendimento importante para cidade é o Itaguari Shopping Center, que visa consolidar o comércio do município. O novo centro comercial tem três pavimentos, sendo os dois primeiros ocupados por 70 lojas de diversos ramos, fast-food, 02 cinemas e parque infantil.
O Itaguari fica entre duas das mais movimentadas avenidas da cidade perto da BR 101 e da rodovia de acesso ao ferry-boat.. O shopping center é um empreendimento relativamente recente no Brasil e tem sido o grande fenômeno no setor comercial dos últimos tempos.
Outra atividade importante no setor terciário do município refere-se à comercialização de fogos que tem sido uma alternativa de empregos para uma parte relevante da população local. Essa produção vem criando efeitos a jusante e a montante, impactante tanto no comercio das matérias-primas (papel, cola, pólvora) como nos produtos finais(bombas, chuvinhas, traques de massa) .
De 1° a 13 de junho se realiza a Festa de Santo Antonio, o padroeiro do município. Nesta ocasião realizam-se missas e festa de largo, com barracas vendendo bebidas e comidas típicas. Esta é a festa mais importante, em que toda a cidade esta mobilizada e as ruas enfeitadas e funcionam, também, como preparativo para o São João. Já entre 22 e 24 de junho acontece a Festa de São João na praça Padre Mateus. A festa é patrocinada peia ACISAJ, pelo CDL e pela Prefeitura Municipal que tem a estratégia de conjuga-ia com o comércio, que, durante os festejos, funciona ininterruptamente. O objetivo é conquistar o mercado consumidor das cidades vizinhas e da capital, que viriam não só pelo São João, mas também pelo "comércio mais barato da Bahia". Em novembro de 1996, a ACISAJ realizou uma pesquisa com 274 empresários do município sobre os principais problemas existentes em Santo Antonio de Jesus.
REFERÊNCIA:
http://www.mma.com.br/mma3/?open=saj_st
SETOR TERCIÁRIO.
Novamente torna-se difícil dimensionar o universo em estudo. Quando se analisa o cadastro dos contribuintes do ICMS da Secretária da Fazenda do Estado, em 1997 verificase a existência de 908 empresas cadastradas nos setor comercial, sendo que destas 56 empresas são atacadistas e 851 são varejistas. Já o setor de serviços aparece com 248 estabelecimentos, conforme tabela a seguir:
Dentre os estabelecimentos atacadistas destaca-se novamente o ramo de produtos alimentícios, com 28 empresas. Quanto ao comércio varejista, os ramos mais representativos quantitativamente são os de tecido, artigos de cama e outros (195); armazéns e mercearias (172); peças e acessórios para veículos (82); farmácias (51) e armarinhos (42).
Os cafés e botequins constituem o grupo mais numeroso das empresas do setor de serviços, com 121 estabelecimentos, sendo seguido pelas padarias e pastelarias, restaurante e pizzarias.
Já os da JUCEB indicam a existência de 2.275 estabelecimentos comerciais registrados, sendo que 2.019 estão no varejo e 256 no atacado (Os dados da JUCEB não expressam a realidade municipal, visto que se referem apenas à economia formal e ao registro da natalidade das empresas, que, em sua maioria, não comunicam o termino da sua existência).
As diferenças constatadas quanto aos números devem-se, sobretudo, a extrema variação da base pesquisada em cada levantamento, face a informalidade em que são abertos os negócios e fechados os pontos de serviços e comércio, bastantes sensíveis as variações da demanda e as mudanças da expansão urbana, baseada na força de trabalho pessoal/familiar e sem qualquer base de capital na maioria das unidades, cuja sobrevivência curta (57% até cinco anos), sendo também forte o "ritmo de natalidade" de novos micros e pequenos empreendimentos nos serviços e na industria.
Um ponto comum nesses dados é que a todas pesquisas evidenciam a vocação no município de Santo de Antonio de Jesus como polo comercial e de serviços. Segunda as informações da Secretária da Fazenda, em 1997, a receita de ICMS do município entre os meses fevereiro a julho foi de R$ 4,2 milhões, sendo que cerca de 80% desta correspondiam ao comércio varejista e atacadista, o que situa Santo Antonio de Jesus na 18a posição no estado.
Por causa da sua localização privilegiada, próximo à BR 101 o município vem se constituindo, nos últimos 20 anos em uma importante região de comércio no ramo automobilístico, com estabelecimento como as concessionárias, revendedoras de autopeças, oficinas mecânicas e reformadoras de pneus. 0 seu mercado consumidor é toda a região do recôncavo, vale do Jiquiríça, baixo sul, Salvador e algumas cidades do sul do estado. Algumas concessionárias, a exemplo da Veiba veículos chegam a vender 40 veículos/mês.
O comércio de vendas de autopeças ocupa um espaço bem destacado na região. Existem vários estabelecimentos situados a margem da BR 101 que visam a venda de peças e acessórios para automóveis. No município já se estabeleceu a "avenida de autopeças", que abriga dezenas de loja do ramo e atende a clientes de várias cidades.
Outro ramo de comércio bastante relevante na cidade é o de material de construção. Neste ramo destacam-se a COMAPEL e a COMERCIAL SÃO LUIS. Esse tipo de comércio chega a atender a 150 cidades do estado da Bahia.
A comercialização de produtos alimentícios também se destaca em Santo Antonio de Jesus e abastece vários municípios do Recôncavo Baiano. Entre as empresas deste ramo se destacam o Supermercado Rio Branco e a CODICAL.
A feira de confecções acontece todas as Quartas-feiras, na praça Duque de Caxias, onde se comercializa roupas, tecidos, toalhas e lençóis. A feira é conhecida em toda região e atrai comerciantes de vários municípios vizinhos que vão ali vender seus produtos. As mercadorias advém de Salvador, Feira de Santana e cidade de Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. Durante a realização é comum o engarrafamento das principais vias de acesso ao local, alterando visivelmente a rotina da cidade.
Segundo os dados da Prefeitura Municipal, em julho de 1997, cerca de 290 barracas de confecções e 170 que vendiam bijuterias estavam cadastradas para comercializarem na feira.
O segmento de móveis é bastante dinâmico em Santo Antonio de Jesus, atraindo inclusive consumidores da capital. A comercialização de alimentos também é um dos destaques da cidade. Todas as sextas acontecem à feira, que atrai compradores e
vendedores de toda região e de outros estados. Cerca de mil feirantes trabalham nesta ocasião.
A feira de Santo Antonio de Jesus, conta com quatro áreas cobertas onde se vendem: farinha, carnes, verduras e frutas. Entretanto o espaço da feira é bastante desorganizado, sem padronização das barracas e tem problemas em termo de cargas e descargas de mercadorias.
Um empreendimento importante para cidade é o Itaguari Shopping Center, que visa consolidar o comércio do município. O novo centro comercial tem três pavimentos, sendo os dois primeiros ocupados por 70 lojas de diversos ramos, fast-food, 02 cinemas e parque infantil.
O Itaguari fica entre duas das mais movimentadas avenidas da cidade perto da BR 101 e da rodovia de acesso ao ferry-boat.. O shopping center é um empreendimento relativamente recente no Brasil e tem sido o grande fenômeno no setor comercial dos últimos tempos.
Outra atividade importante no setor terciário do município refere-se à comercialização de fogos que tem sido uma alternativa de empregos para uma parte relevante da população local. Essa produção vem criando efeitos a jusante e a montante, impactante tanto no comercio das matérias-primas (papel, cola, pólvora) como nos produtos finais(bombas, chuvinhas, traques de massa) .
De 1° a 13 de junho se realiza a Festa de Santo Antonio, o padroeiro do município. Nesta ocasião realizam-se missas e festa de largo, com barracas vendendo bebidas e comidas típicas. Esta é a festa mais importante, em que toda a cidade esta mobilizada e as ruas enfeitadas e funcionam, também, como preparativo para o São João. Já entre 22 e 24 de junho acontece a Festa de São João na praça Padre Mateus. A festa é patrocinada peia ACISAJ, pelo CDL e pela Prefeitura Municipal que tem a estratégia de conjuga-ia com o comércio, que, durante os festejos, funciona ininterruptamente. O objetivo é conquistar o mercado consumidor das cidades vizinhas e da capital, que viriam não só pelo São João, mas também pelo "comércio mais barato da Bahia". Em novembro de 1996, a ACISAJ realizou uma pesquisa com 274 empresários do município sobre os principais problemas existentes em Santo Antonio de Jesus.
42. Santo Antônio de Jesus. BA - Pólo da micro região Recôncavo Baiano.
PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
REFERÊNCIA:
http://www.redealmeidense.com.br/Estatua.htm
Santo Antônio de Jesus - Pólo da micro região recôncavo.
Conhecida como "Cidade das Palmeiras", Santo Antônio de Jesus.
Av. Ursicino Pinto Queiroz
Brasil -> Estado : Bahia -> Região : Santo Antônio de Jesus
EDIÇÃO EDMUNDO NASCIMENTO.
DADOS BÁSICOS SOBRE O MUNICÍPIO SANTO ANTÔNIO DE JESUS (BA).
É um município brasileiro do Estado da Bahia. Sua população em 2007, segundo a contagem do IBGE era de 84.256 habitantes.
Tem importância como centro comercial e de serviços de sua microrregião.
Anualmente sedia movimentadas festas juninas, que atraem turistas e ex-moradores.
Santo Antônio de Jesus é a cidade natal do lateral-esquerdo Júnior, campeão do mundo em 2002 pela Seleção Brasileira de Futebol, do cantor de axé Netinho, Canhoto do violão músico cavaco e violão e do ator Luís Miranda atualmente atuando no programa "Sob Nova Direção" da Rede Globo e do ex-interventor federal na Bahia e ex-senador da República Landulfo Alves de Almeida. A cidade também é uma grande produtora de fogos e agrícola como laranja e farinha de mandioca.
Santo Antonio de Jesus possui o primeiro jornal ao vivo pela internet da Bahia, o JORNAL INFOSAJ, que faz parte do PORTAL INFOSAJ:
História
As primeiras expedições no território deste município resultaram da colonização na área do rio Jaguaripe, realizadas nos séculos XVI e XVII.
Foram fatores decisivos, no povoamento destas paragens, as férteis matas com madeiras de lei e grande número de cursos d'água, atraindo plantadores de cana-de-açúcar e o estabelecimento de engenhos, além da plantação da mandioca.
O primeiro povoado surgiu em torno de um oratório consagrado a Santo Antônio de Jesus, nas proximidades do rio Sururu. Município criado com os territórios das freguesias de Santo Antônio de Jesus e de São Miguel da Nova Laje, desmembrados de Nazaré, pela Lei Provincial de 29.05.1880. Teve o nome simplificado para Santo Antônio em 1931, recebendo em 1938 novamente a denominação de Santo Antonio de Jesus. A sede foi elevada à categoria de cidade através Ato Estadual de 30 de junho de 1891.
Economia
Sua agricultura tem grande produção de amendoim e limão e laranja. Na pecuária o município conta com criadores de bovinos e muares. No setor de bens minerais, é produtor de areia e argila. Sua rede hoteleira conta com 741 leitos. No ano de 2001 o município registrou 23.175 consumidores de energia elétrica com um consumo de 43.583mwh. Segundo dados da SEI/IBGE, o PIB do município para 2003 foi de 279,89 milhões e a estrutura setorial está distribuída da seguinte forma: 5,62% para agropecuária, 21,30% para indústria e 73,08% para serviços.
REFERÊNCIA:
http://www.redealmeidense.com.br/Estatua.htm
Santo Antônio de Jesus - Pólo da micro região recôncavo.
Conhecida como "Cidade das Palmeiras", Santo Antônio de Jesus.
Av. Ursicino Pinto Queiroz
Brasil -> Estado : Bahia -> Região : Santo Antônio de Jesus
EDIÇÃO EDMUNDO NASCIMENTO.
DADOS BÁSICOS SOBRE O MUNICÍPIO SANTO ANTÔNIO DE JESUS (BA).
É um município brasileiro do Estado da Bahia. Sua população em 2007, segundo a contagem do IBGE era de 84.256 habitantes.
Tem importância como centro comercial e de serviços de sua microrregião.
Anualmente sedia movimentadas festas juninas, que atraem turistas e ex-moradores.
Santo Antônio de Jesus é a cidade natal do lateral-esquerdo Júnior, campeão do mundo em 2002 pela Seleção Brasileira de Futebol, do cantor de axé Netinho, Canhoto do violão músico cavaco e violão e do ator Luís Miranda atualmente atuando no programa "Sob Nova Direção" da Rede Globo e do ex-interventor federal na Bahia e ex-senador da República Landulfo Alves de Almeida. A cidade também é uma grande produtora de fogos e agrícola como laranja e farinha de mandioca.
Santo Antonio de Jesus possui o primeiro jornal ao vivo pela internet da Bahia, o JORNAL INFOSAJ, que faz parte do PORTAL INFOSAJ:
História
As primeiras expedições no território deste município resultaram da colonização na área do rio Jaguaripe, realizadas nos séculos XVI e XVII.
Foram fatores decisivos, no povoamento destas paragens, as férteis matas com madeiras de lei e grande número de cursos d'água, atraindo plantadores de cana-de-açúcar e o estabelecimento de engenhos, além da plantação da mandioca.
O primeiro povoado surgiu em torno de um oratório consagrado a Santo Antônio de Jesus, nas proximidades do rio Sururu. Município criado com os territórios das freguesias de Santo Antônio de Jesus e de São Miguel da Nova Laje, desmembrados de Nazaré, pela Lei Provincial de 29.05.1880. Teve o nome simplificado para Santo Antônio em 1931, recebendo em 1938 novamente a denominação de Santo Antonio de Jesus. A sede foi elevada à categoria de cidade através Ato Estadual de 30 de junho de 1891.
Economia
Sua agricultura tem grande produção de amendoim e limão e laranja. Na pecuária o município conta com criadores de bovinos e muares. No setor de bens minerais, é produtor de areia e argila. Sua rede hoteleira conta com 741 leitos. No ano de 2001 o município registrou 23.175 consumidores de energia elétrica com um consumo de 43.583mwh. Segundo dados da SEI/IBGE, o PIB do município para 2003 foi de 279,89 milhões e a estrutura setorial está distribuída da seguinte forma: 5,62% para agropecuária, 21,30% para indústria e 73,08% para serviços.
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